sábado, 14 de novembro de 2009

Quando tive coragem (Olá Tânia)




Quando ganhei coragem para tentar aproximar-me de ti.
Quando percebi que afinal não eras assim tão convencida.

Olá Tânia.
Só te queria dizer olá.
Foi para isso que te enviei a mensagem, para dizer olá.
Por isso, olá.

Porque te enviaria um olá se não fosse para dizer olá?
Não estou à espera que leias as entre-linhas de um olá.
Nem estou com isto a dizer que há entre-linhas no olá que te estou a dizer.
Ou talvez esteja, com esta afirmação, a realçar esse aspecto deste olá que apesar de não ser apenas um olá, é também um pedido de resposta que seja algo mais que um olá.

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