Este é o ultimo post.
Estou cansado. O mundo que me rodeia, o meu mundo, é uma decepção constante. Acho que não vale a pena tentar mudá-lo como acho que não me devo conformar com ele, mas como sou daqueles que nada é ao acaso e que existe uma ordém no caos sinto-me sempre tentado a conformar-me. É o Destino.
Não sei explicar a razão porque me sinto como me tenho sentido nas ultimas semanas. O meu aproveitamento nas aulas caíu a pique ao ponto de ter quatro exames de recuperação para fazer no próximo ano. Deixei de ter muitos dos amigos que tinha, falo com pouquissimas pessoas no meu dia-a-dia, desinteressei-me pelas aulas, chateio-me facilmente com qualquer coisa. Há tantas razões para estar como estou e nenhuma chega para preencher as medidas. E antes era T. e agora foi J. E no fundo parece que ando a viver em circulos, sempre a voltar atrás, parece que o tal Destino existe mesmo e não gosta muito de mim. Ou estão está a tentar empurrar-me para uma vida de reclusão. Para a Igreja ou para o Exército, sei lá. Viver é tão cansativo.
Este é o ultimo post. Acabou, não escrevo mais. Este blog vai continuar a existir durante um ano e depois...depois. Acontece o mesmo que aconteceu a todos os meus blogues anteriores. Talvez comece outro, talvez, é bem provavel.
O meu email é pauloalves.correio@hotmail.com
Até para o ano.
sábado, 12 de dezembro de 2009
domingo, 6 de dezembro de 2009
E a História Repete-se
E a História Repete-se.
Uma e outra vez. À minha volta começam e terminam-se relações. Há risos e choro. Vejo casais em todo o lado e não há semana em que não veja pelo menos uma discussão na rua. É incrível. Imagino-me no lugar daqueles que vão sofrer já que é o único lugar que conheço, mas mesmo essa suposição não passa de especulação. Não imagino alguém com sentimentos superficiais a sentir dor profunda. Mas quem sou eu para apontar a superficialidade das pessoas?
Nalguns casos, dos que vejo, aqueles que envolveram sentimentos verdadeiros, a cegueira demora a curar. A "vitima" insiste. Tenta que tudo volte a ser como antes. O que eu duvido sempre. Porque não se ama a mesma pessoa duas vezes, e porque aqueles que deixamos de amar parecem-nos sempre ridículos.
Hoje ri-me imenso à chuva. Soube mesmo bem.
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Amor
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